Friday, October 16, 2009

O objetivo de uma economia...

14/10/2009
A prioridade do século XXI, segundo E. Hobsbawm

do Observatório Bíblico: Faustino Teixeira escreve sobre Leon-Dufour de airtonjo
Eric Hobsbawm: uma nova igualdade depois da crise"O objetivo de uma economia não é o ganho, mas sim o bem-estar de toda a população. O crescimento econômico não é um fim, mas um meio para dar vida a sociedades boas, humanas e justas. Não importa como chamamos os regimes que buscam essa finalidade. Importa unicamente como e com quais prioridades saberemos combinar as potencialidades do setor público e do setor privado nas nossas economias mistas. Essa é a prioridade política mais importante do século XXI".Este é o último parágrafo do artigo, que merece ser lido.Fonte: Carta Maior - 13/10/2009
14/10/2009

Wednesday, October 14, 2009

Decreto 6976/2009 de 7/10/2009 - CONTROLE SOCIAL COM A TRANSPARÊNCIA DAS CONTAS PÚBLICAS !

Governo Federal APROVA cumprimento dos Princípios e Normas de Contabilidade
Inclusive com apuração de custos e alocação correta de pessoal quando atua fora de sua origem.
É um grande avanço para o CONTROLE SOCIAL !
CRC divulga
http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&codConteudo=4205
O texto da lei
http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/819534/decreto-6976-09
Entrevista de Paulo Henrique Feijó da Silva (grande articulador entre o governo e as entidades contábeis)
http://www.jusbrasil.com.br/noticias/1796510/tecnico-da-secretaria-do-tesouro-nacional-abre-ciclo-de-palestras-no-tce-rj

Wednesday, September 30, 2009

René Descartes

As quatro regras do discurso cartesiano.

Se o indivíduo se declara bom pensador, é obvio que faz uso constante do bom senso. René Descartes(1596-1650), filósofo francês, ensinou que o bom senso é algo comum em todos os homens. Para este filósofo, a tônica das pessoas justas e sensatas é repousar constantemente nas meditações. O bom senso leva o indivíduo à reflexão que vai do controle da razão sobre os sentidos e por isso ele nos adverte a duvidar constantemente de tudo. Na sua obra Discurso sobre o método, Descartes é claro e ensina:

1ª regra: nunca tomar algo como verdadeiro, sem que antes haja a busca constante da evidência. Destaca-se neste ensinamento a necessidade urgente da observação, da vigilância, da prova concreta, do testemunho incansável e, sobretudo, do esforço inegável e contínuo da racionalidade;

2ª regra: o raciocínio dedutivo é uma constante nas pessoas que apresentam projetos comunitários. Tal esforço necessita da análise aprofundada dos fatos, das suas causas e consequência. A análise faz o sujeito aguçar a mente e penetrar nas partes do objeto investigado, dividindo-o em tantas partes quantas forem necessárias para a boa compreensão:

3ª regra: a síntese é o terceiro passo importante que toda pessoa de bem deve seguir. As questões analisadas resultaram em idéias simples e idéias complexas, portanto este momento consiste em reunir (eleger) as idéias encontradas, partindo das mais simples e menos significativas, para as mais complexas e mais substanciosas de significados;

4ª regra: o momento de decisão final de uma grande meditação está na reverência de todos os momentos vividos anteriormente, portanto, trata-se da revisão e da enumeração completa de tudo o que foi feito. A revisão consiste em vasculhar aquilo que foi exigido pela evidência, que foi analisado metodicamente, que ocupou nossa mente em organizar a síntese e agora em rever detalhadamente tudo, de forma a não esquecer nada que mexeu com nossa sensibilidade e racionalidade.

Dedico esta reflexão cartesiana àqueles que olham a Igreja como escola e lugar de encontro para a misericórdia e redenção.



Autor:Afonso de Sousa Cavalcanti
E-Mail:afonsoc3@hotmail.com